Site pra quê?

Fevereiro 27, 2008 - Leave a Response

De uns tempos pra cá fica cada vez mais fácil e ao mesmo tempo difícil fazer um site que valha a pena o acesso. A internet já passou por tanta informação que não dá mais pra ficar dificultando o caminho dos usuários. Se você tem algo pra mostrar, mostra logo e pronto, mas tenta mostrar o que a gente quer ver, e o que você quer mostrar é melhor ainda se for o que a gente quer ver, simples!

Os organogramas gigantescos estão virando coisa de burocrata querendo justificar o cargo, mais vale você conhecer o que a internet pode te oferecer do que ficar correndo atrás do rabo procurando um textinho pra preencher aquela seção que ficou meio vazia ou aquele layout que ficou sem função.

Vamos fazer assim: Através de tua home te direi quem és, e tu me dirás o que eu vim pra procurar. Depois a gente se encontra nas sub-páginas caso eu tenha ficado surpreso pelo que eu vi e queira saber como conseguir.

Internet como veículo de comunicação

Fevereiro 21, 2008 - Leave a Response

A internet pode ser muito lucrativa quando bem utilizada. A algum tempo a revista Veja publicou uma matéria sobre o site Kiva, um site de empréstimos remoto com uso da tecnologia de internet 2.0. Em outra matéria a revista Exame relatou o fenômeno do grupo Radiohead e suas vendas on-line puxando a discussão para a tendência de custo “zero” que as novas ferramentas da web revelam para os próximos empreendimentos. Atualmente podemos ver essa tendência de uso das ferramentas 2.0 tanto no mundo da música como no mundo dos negócios.

A banda Wallflowers, encabeçada por Jakob Dylan é um exemplo musical que decidiu fazer uso somente das ferramentas on-line já existentes na plataforma 2.0 ao invés de criar um site super intrincado de informações.

Um outro exemplo é a agência de publicidade ID/TBWA que decidiu ficar “sem site” em uma demonstração de aprovaeitamento das tecnologias que fazem bem ou até melhor o que aqueles sites super poluídos de agência costumavam fazer.

Qual é a boa?

Fevereiro 12, 2008 - Leave a Response

De tudo que a gente vem ouvindo sobre música nos tempos de hoje, é bem legal reparar dois aspectos.

Um deles é a qualidade que você recebe quando abre mão de um CD original, que conserva todo o espectro sonoro das gravações de um álbum, com um mp3 de 128kbps, que comprime boa parte do que a gente ouve.

O outro é se a qualidade musical não deveria falar mais alto do que todo esse esforço que seja quem for fez para que aquilo que foi gravado em estúdio chegasse de alguma forma até você.

segue um link interessante:
A morte da alta fidelidade

Hello world!

Fevereiro 12, 2008 - One Response

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